728 x 90
Tempo de Leitura: < 1 minuto

Sabe?

Sabe?

 Sabe?   Por muitas vezes me vi sozinho e em muitas outras quis me deixar sozinho. Dói menos, sabe? Incomoda menos saber que não há ninguém por me esperar ou que tenha o poder de me magoar. Menos é mais, sabe? E aí que justamente nestes momentos de total convicção que o inesperado surge com

Tempo de Leitura: < 1 minuto

 Sabe?

 

Por muitas vezes me vi sozinho e em muitas outras quis me deixar sozinho.

Dói menos, sabe?

Incomoda menos saber que não há ninguém por me esperar ou que tenha o poder de me magoar.

Menos é mais, sabe?

E aí que justamente nestes momentos de total convicção que o inesperado surge com a força de um tufão e a destrói sem perdão algum.

Pedra sobre pedra, sabe?

E aí o menos passa a ser nada e o mais passa a ser insuficiente.

Já ouvi certa vez que o querer sempre mais nestes casos pode apressar o inevitável desgaste e que o bom mesmo é sentir saudades.

Uma ova, sabe?

Em certo momento um beijo é pouco, assim como um orgasmo apenas é absolutamente nada.

O que os diferencia é o com quem.

O quando já não importa tanto, muito menos o como. Porém este com quem aliado ao sempre é o que faz a diferença e pouco me importa se pode haver algum desgaste repentino, sabe?

Querer sozinho é sempre insuficiente.

Mas e quando o querer é simultâneo?

Iria eu dizer “não” apenas para economizar amor para o futuro?

E se não houver futuro?

E quando não há opção?

Quando você não quer ter opção?

Quando o gostar sobrepõe qualquer dúvida, não há razão em não seguir seu instinto.

Neste caso, o gostar desabilita esta necessidade cega que temos em achar razão em tudo.

Sabe?

 


Comente, deixe sua opinião e compartilhe!  

 

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked with *

Sugestões de Leitura

Espaço Publicitário

Anuncie sua empresa conosco

Vale a Leitura!

  • Anuncie Aqui

    Anuncie sua Empresa Aqui