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Aos MESTRES mais que carinho

Aos MESTRES mais que carinho

Há exatos 3 anos lançava meu primeiro livro com o aval de dois dos meus grandes Mestres (sim, com letra maiúscula).   Paulo de Tarso que foi quem me apresentou aos estudos de sociologia e filosofia ainda nos tempos de segundo grau, enquanto a saudosa Márcia Bandeira foi minha tutora em português e literatura. Esta que

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Há exatos 3 anos lançava meu primeiro livro com o aval de dois dos meus

grandes Mestres (sim, com letra maiúscula).

 

Paulo de Tarso que foi quem me apresentou aos estudos de sociologia e filosofia ainda nos tempos de segundo grau, enquanto a saudosa Márcia Bandeira foi minha tutora em português e literatura.

Esta que com seu sorriso franco, aberto e verdadeiro talvez tenha sido a pessoa mais querida que eu tenha conhecido.

Tão importante na minha vida acadêmica que mais de vinte anos após me formar só pensei nela para prefaciar meu primeiro livro.

Muito antes que qualquer modernidade cantada aos quatro ventos eles já “gerenciavam” pessoas, histórias e vidas e não apenas alunos.

Estimularam na formação de seres pensantes e cientes de suas responsabilidades através dos estudos, mesmo tendo a noção exata das limitações do ambiente de ensino público.

Eles eram modernos antes da modernidade.

 

VANGUARDA é a palavra que melhor os define.

Eles insistiram em acender a fagulha.

A fagulha do conhecimento que é aquele estímulo a descobrir mais e a tentar se descobrir.

E sem ela não conseguiria questionar, entender e evoluir.

Estes dois desviavam do habitual o tempo todo, tinham urticárias do “mais do mesmo” e não se conformavam em serem “apenas” professores e graças a eles construí um pensamento crítico, assim como um entendimento de quem sou e de quem posso ser.

Desejo fortemente que todos tenham esta chance e sorte que tive de ter MESTRES como eles, no sentido real da palavra.

Porque sem eles eu certamente seria uma versão desatualizada e acima de tudo insossa de quem sou.

Trabalhavam com o mesmo respeito independente de qualquer padrão.

O padrão deles era ser igual com todos e assim conseguiam com certa facilidade conquistar a confiança dos alunos.

Aos mestres mais que carinho assim como meu respeito máximo.

 


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