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Viajar é preciso. Só não sei quando

Viajar é preciso. Só não sei quando

Viajar. Visitar um país estrangeiro (independente de qual seja) é um intenso exercício de aceitação.   É algo muito maior que visitar pontos turísticos pré-agendados. É saber que você não vai ter o mesmo feijão com arroz, que não vai ter os mesmos caminhos que você toma todo dia, não vai ter os rostos conhecidos de

Tempo de Leitura: 2 minutos

Viajar.

Visitar um país estrangeiro (independente de qual seja) é um intenso exercício de aceitação.

 

É algo muito maior que visitar pontos turísticos pré-agendados.

É saber que você não vai ter o mesmo feijão com arroz, que não vai ter os mesmos caminhos que você toma todo dia, não vai ter os rostos conhecidos de sempre e ainda assim se você se permitir vai levar esta experiência para todo o seu sempre.

Muitos de nós nos ocupamos em demasia com o adquirir toda a já manjada quinquilharia destinada aos turistas e acompanhado de selfies “perfeitas” que só enfatizam a cada vez mais notória necessidade de mostrar que fomos a determinado destino.

Além de supor um vazio existencial trabalhoso demais até ao mais habilidoso psicoterapeuta.

Só que nos esquecemos do SENTIR.

Sim, sentir o local, sentir como são as pessoas que ali vivem, entender como vivem e suas características e os seus porquês.

E a partir daí entender e quem sabe aprender a respeitar estas diferenças.

Diferenças que temos inclusive dentro de nossa própria casa, imaginem em outro país?

Quando viajo conheço a cultura local pelo estômago, afinal há melhor maneira de conhecer uma cultura que provando sua comida?

As razões de determinadas refeições serem mais comuns no destino que me encontro, os temperos locais e suas bebidas usuais.

Seus gostos, aromas e suas histórias.

E melhor, eu como sem a culpa dos quilos a mais.

 


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Viajo com menor frequência que gostaria e que minha curiosidade pede.

Mas este é certamente um dos meus objetivos para ampliar meu conhecimento e me sentir pleno em conhecer outras culturas e pessoas.

Experimentar o novo e o inusitado, sair do meu ambiente de segurança, aceitar novas rotinas e derrubar preconceitos e estereótipos. Absorver novas informações e descobrir novas maneiras de olhar tudo ao redor.

Também podemos comparar e tentarmos colocar em prática aquilo que nos seja aplicável e útil. Afinal toda viagem nos enriquece de conhecimento.

 

Viajar é preciso!

A Torre Eiffel, a Estátua da Liberdade e o Cristo Redentor têm suas histórias e não sem razão são pontos de destaque no turismo mundial. Mas conhecer pessoas e hábitos é único e infinitamente mais rico e memorável que mil fotos que certamente ficarão esquecidas em algum HD externo perdido em alguma caixa do quartinho dos fundos.

 

Viajar é conhecer, sentir e viver a realidade do outro.

É ter o estranhamento como regra.

É saber respeitar as diferenças.

E isso é algo que precisamos aprender com urgência.

Viajar é preciso só não sei quando voltaremos ao normal.


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