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Uma criancinha mora aqui

Uma criancinha mora aqui

Música sugerida para a leitura: Somewhere only we know por Keane. Conta-se que Antoine de Saint Exuperý estava em um jantar com um amigo quando, entre assuntos sérios e amenidades, rabiscou num guardanapo um menino loirinho, com roupas de príncipe. Ao ser interpelado sobre o desenho, Exuperý respondeu: ” Esse é um menininho que mora

Tempo de Leitura: < 1 minuto

Música sugerida para a leitura: Somewhere only we know por Keane.

Conta-se que Antoine de Saint Exuperý estava em um jantar com um amigo quando, entre assuntos sérios e amenidades, rabiscou num guardanapo um menino loirinho, com roupas de príncipe.

Ao ser interpelado sobre o desenho, Exuperý respondeu: ” Esse é um menininho que mora dentro do meu coração”.

O menininho rabiscado às pressas, tornaria-se, anos depois, um dos personagens mais conhecidos da história da humanidade.

E a verdade é que o que deu ao Pequeno Príncipe o status de “uma das histórias mais lidas no mundo” foi justamente o fato de termos, todos nós uma criancinha que mora em nossos corações.

A verdade é que, embora não exista fórmula para a felicidade, as pessoas mais felizes e de vida mais leve são, invariavelmente aquelas que, apesar de tudo, nunca deixaram morrer os menininhos ou menininhas que viviam em seus corações.

Em um mundo de números, alguns conseguem extrair as cores, os sons e as pequenas alegrias.

Em um mundo cheio de catástrofes, guerras arquitetadas por um dinheiro que nem poderia ser realmente gasto por um só ser humano e tanta tristeza, existem as crianças (de todos os tamanhos) prontas a amenizar a vida – própria e alheia.

Assim como Antoine de Saint Exuperý, mantenho minha criança viva.

Alimento-a.

Cuido dela.

Garanto-lhe o riso e os momentos certos para agir.

Dou a ela o direito de fazer brincadeiras bobas, pintar, desenhar, chorar com pequenos gestos de ternura, encantar-se com luzes e ficar ansiosa pela espera de pequenos prazeres.

Se você não entende isso, difícil será que eu te explique em um texto bobinho assim…

Eu, particularmente, entendo. Ou tento.

E com certeza, não quero crescer nunca.

 


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