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Todas as perguntas que me rodeiam no momento

Todas as perguntas que me rodeiam no momento

  E se perguntas que parecem simples tivessem alguma resposta?  E se todas as perguntas que me rodeiam tivessem uma resposta imediata? Você certamente já se viu cercado de perguntas que necessitariam de um esforço gigantesco de imaginação para chegar a uma única resposta ou a uma possibilidade de compreensão sobre como seria esta realidade

Tempo de Leitura: 2 minutos

 

E se perguntas que parecem simples tivessem alguma resposta? 

E se todas as perguntas que me rodeiam tivessem uma resposta imediata?

Você certamente já se viu cercado de perguntas que necessitariam de um esforço gigantesco de imaginação para chegar a uma única resposta ou a uma possibilidade de compreensão sobre como seria esta realidade criada a partir do “E se”.

E deste ponto eu pergunto a vocês:

E se todo dinheiro público desviado fosse devolvido ao povo? Que é de fato o dono dele.

E se imediatamente o ódio gratuito retornasse ao seu dono? Assim, sem desvios de rota e próximo do que julgamos ser justo.

E se não precisássemos mais de bens? E apenas colecionássemos sensações, emoções e boas lembranças?

E se percebêssemos que o fácil nem sempre é o certo? E que essa percepção pertence a cada um de nós.

E se entendêssemos que lei e ética são assuntos distintos? Assim como conhecimento e opinião ou a razão e o desatino.

E se finalmente entendermos que não existe messias? E pararmos de terceirizar nossas responsabilidades.

Poderia eu continuar nos meus devaneios com:

E se assimilarmos o raciocínio de que tudo se copia? E de fato nada se cria do zero.

E se realmente somos produtos de nosso meio? E não meras desculpas esfarrapadas.

E se por acaso eu descobrir que não temos nada e nem ninguém para nos proteger? Cada um por si já é pesado demais.

E se enxergarmos que para existir justiça tem de existir algo parecido com igualdade? E definitivamente não temos ambos.

E se toda história for uma mentira contada com poucos detalhes? Ou uma verdade maquiada por quem a conta.

E se nunca identificarmos o sentido disso tudo? Como formigas trabalhando freneticamente.

Tem mais!

E se um dia finalmente tomarmos conta cada um da sua vida? O que já dá um puta trabalho.

E se em algum momento dermos atenção pra nossas angústias? Ao invés de empurrá-las para baixo do tapete.

E se pararmos de julgar os defeitos dos outros para não enxergarmos os nossos? O inferno ainda seriam os outros? 

E se paramos de culpar os outros pelas nossas faltas? E descobrir que usar o espelho faz uma enorme diferença.

E se de uma vez por todas compreendermos que canalhas também envelhecem? E a idade não os melhora em nada.

E se por algum milagre passarmos a assumir todos nossos atos? “Fui eu”, “Foi mal” e “Me desculpe” também devem ser usados.

Calma, tá acabando…

E se nos dermos conta da fragilidade das nossas convicções? E que a vida nos passa rasteiras toda vez que o nariz empina.

E se absorvermos a ideia crua de que absolutamente nada é para sempre? E percebermos que “na próxima segunda-feira” podemos nem mais estar aqui.

E se assimilarmos que todos (absolutamente todos) nós temos um preço? E que quanto mais elevamos o preço mais testados somos.

E se como consequência entendermos que nem todo preço se paga com a carteira? Outros com vergonha, arrependimento ou insônia.

E que fique bem claro que sequer respostas tenho para estas perguntas e nem sei se um dia teremos.

Imagem por: Free Images.


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