armadilha controversa

Armadilha controversa

 

Deixe me explicar

 

Talvez você se identifique com estes textos.
Talvez até enxergue alguém conhecido neles.
Talvez até te sirva como espelho
Rogo apenas que ache neles, intrinsecamente, um sentido que seja único, direto e simplificado.
O ali dito é o que você posteriormente entende.
Sem muitas firulas.
Só um pouco.
 
Escrito em primeira pessoa, mas não necessariamente meu.
Talvez seja de todos que queiram compartilhar os mesmos pensamentos e emoções.
Talvez as perguntas evasivas e em algumas vezes indiretas, sempre ditem as respostas que imaginei para elas.
Mesmo que não expliquem absolutamente nada.
A dúvida permeia todo o conhecimento e a existência, por isso a mantenho próxima, pulsante e viva para que não me leve a soberba e me estimule ainda a tentar descobrir um pouco a mais.
Cito também o esvaziamento que sinto quando exponho estes textos que me permite reinventar e direcionar meus pensamentos para outros horizontes.
Vários horizontes.
 
E esse é um dos meus objetivos:
Ampliar e amplificar raciocínios.
E também dizer ao leitor que somos iguais.
E diferentes.
 
Fazer chorar ou fazer rir, provavelmente continuarei sem saber se estes textos têm esta capacidade, porém fazer pensar difusamente e sugerir a troca de lugar com o leitor tenho absoluta intenção de fazê-lo. Sempre.
Demonstrar que em momentos que julgamos sem importância residem os nossos pensamentos mais profundos e sinceros.
Fazer com que você se coloque no lugar do cara que o escreveu e sentir as nuances dos raciocínios de outro que em qualquer outro momento pode ser você.

 

Sim, você!
Ser qualquer um.

 


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Fabio Pires é o cara risonho da foto. Eu sou quem assina boa parte dos textos aqui publicados e quem escolhe os assinados por outros escritores. Sou carioca, tenho um livro publicado e vários outros na cabeça, sou baixista da banda de rock Diabo Verde, ranzinza, ácido, formado em Letras, graduado em filosofia de botequim, escrevo poesia, mas não me acho poeta e desde 1976 venho tentando fazer a coisa certa, mesmo sem saber muito bem diferenciar o certo do errado.