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Postagens do Autor

  • Me fingindo de morto

    Me fingindo de morto sou menos incomodado. Me fingindo de morto desistem logo de mim. Me fingindo de morto ganho meu biscoito e fico na minha.   Minhas opiniões desistiram de mim e agora me sinto confortável com as dúvidas que decidiram ficar. E isso vai de encontro a tudo que tentaram me empurrar goela

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  • Nada disso é meu

    Nada disso é meu

    Nada disso é meu. Como sou, o que faço e como reajo são características minhas. Estão por aqui e habitam minha maneira de ser. São hábito e desconhecimento em agir de alguma maneira diferente. Mas não são meus. Nem sei se possuo algo que possa chamar de meu.   Descartes dizia que o motor do

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  • A importância de ficar em silêncio

    A importância de ficar em silêncio

    Há alguns ano venho preferindo o silêncio ao tumulto   Mesmo que soe estranho visto que trabalho com música e em ambientes “barulhentos” do rock, porém quando consigo ficar em silêncio ou sozinho em casa percebo com mais nitidez meus raciocínios mais distantes. E como resultado descubro minhas preferências e assim amplio ângulos de compreensão

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  • Meu Maracanã de moleque

    Meu Maracanã de moleque

      Para quem tem menos de 20 anos falar em antigo Maracanã Tem que ser seguido de uma explicação mais detalhada do que se tratava.   Afinal passava longe do conforto que hoje proporciona ou que ao menos deveria proporcionar. Nada de cadeiras para bumbuns gourmetizados, afinal todos sentávamos no concreto do maior do mundo. Sentávamos

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  • Como a revista Mad incentivou o espírito crítico dos leitores

    ‘Questione a autoridade’ era um dos princípios editoriais da publicação Que deixará de oferecer material inédito depois de 67 anos.   Talvez Alfred E. Neuman esteja, finalmente, preocupado. A revista satírica Mad anunciou nos Estados Unidos que irá cessar a produção de material novo. A publicação completou 67 anos de existência em 2019. “Quem, eu

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  • Tapa na cara

    Tapa na cara

    Aquela primeira tinha pelos de cachorro espalhados pela roupa. E uma latente falta de humor. Além de asas que não conseguia abrir, Pois estavam abandonadas no fundo do armário. Já aquela outra não tinha aquele aroma de futuro que tanto procuro. Por viver entre urubus até que durou bastante, Nem o futum de carniça eu

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