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  • Simbora molenga!

    Simbora molenga!

    Nas minhas corridas matinais já identifiquei vários personagens curiosos:   O velhinho “Ventania” que deve ter o dobro da minha idade e certamente o dobro da minha disposição e velocidade. As senhorinhas que parecem mais passear e papear do que propriamente se exercitar. A mulher que corre com o pescoço caído para a esquerda (talvez

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  • Jorginho Carvoeiro

    Jorginho Carvoeiro

    Pode não parecer, mas eu rezo antes de dormir.   Na verdade eu converso com meu anjo da guarda (sim, eu tenho um e ele é foda!). Sim, eu bate papo com ele. Um bate papo de botequim sem cerveja e petiscos. Isso porque ele não bebe e está de regime. E justamente no momento

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  • Saber nada com tanto a dizer

    Saber nada com tanto a dizer

    Sempre temos tanto a dizer, mas pouco nos preparamos para nossos pensamentos mais rasos, Assim como para o saber e o pensar Este é um pensamento típico de quem adquire alguma experiência pela vivência e que naturalmente (no nosso raciocínio lógico) chegaria com o passar dos nos. Ou não. Alguns aprendem pelo erro, pela repetição ou

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  • Um copo de veneno sem gelo, por favor

    Um copo de veneno sem gelo, por favor

    Gosto de passear pela poesia quando não quero me explicar e Deixar a interpretação na conta do leitor. Ele que faça seu próprio sentido e tomem seu próprio veneno   Deleitando-se com um copo de seu melhor veneno Que derrama, escorre e mancha sua única blusa E sistematicamente espalha seu amor artificial pelo corpo.  

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  • Exatamente como seu velho pai

    Exatamente como seu velho pai

    Acordou preguiçosamente em mais um domingo sem sol e sem sentido   Calçou os chinelos já gastos e com muita quilometragem, relou a remela no canto do olho esquerdo e soltou um bocejo de quase arrependimento por ter acordado tão cedo no único dia de folga. Avistou no minúsculo espelho do banheiro que a cara

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  • E me percebo fingindo ser adulto

    E me percebo fingindo ser adulto

    Como definir esta passagem?  Quando você se percebeu adulto?   Afinal o que é ser adulto? É repetir exaustivamente que “na minha época era tudo melhor”? Seria viver exclusivamente desse saudosismo vazio e enraizado? Passei a ser adulto quando calei meus sonhos até virarem tolices infantis? Ou quando abandonei a criança que havia em mim

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