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Caduceu: Um bastão com cobras e asas, entropia e evolução

Caduceu: Um bastão com cobras e asas, entropia e evolução

Você certamente já viu um caduceu de Hermes (Mercúrio) Sim!Você já viu! Pode ter sido em alguma logomarca de um hospital, no símbolo do seu curso, em algum canto dos livros da faculdade que você frequentou ou frequenta, no cartão de visita daquele contador pretensioso que nunca fala com você direito e se acha grande

Tempo de Leitura: 2 minutos

Você certamente já viu um caduceu de Hermes (Mercúrio)

Sim!
Você já viu!
Pode ter sido em alguma logomarca de um hospital, no símbolo do seu curso, em algum canto dos livros da faculdade que você frequentou ou frequenta, no cartão de visita daquele contador pretensioso que nunca fala com você direito e se acha grande coisa…
O símbolo de que estou falando consiste em um bastão, normalmente “decorado” com um capacete alado. No corpo do bastão há, quase sempre, duas serpentes. Em alguns casos, o bastão aparece em sua forma simples, às vezes com apenas uma serpente.


Isso, é claro, são reduções necessárias para diferenciações entre cursos. Afinal de contas, seria estranho que todos os cursos universitários tivessem o mesmo símbolo.
Ou será que não?

Levando em conta que o Caduceu de Hermes é um dos símbolos universais da Sabedoria, é difícil que não se pense nele como algo a que se possa relacionar qualquer viés de estudo. Mas nossa falta de criatividade para criação de símbolos e signos em pleno século XXI é realmente triste; Um sinal claro que nos perdemos num materialismo tão bruto que nos tornamos incapazes de promover abstrações.

 

A história do caduceu, aliás, deveria ser mais bem disseminada:

Conta-se que um dia, o deus da comunicação, Hermes, andava pela Terra, a procurar novidades e novas paisagens, quando viu duas serpentes lutando ferozmente. Imediatamente, bateu com seu cajado no chão, fazendo um barulho estrondoso.
Aliás, assim como Moisés fez com o cajado, e abriu o mar (que representa a horizontalidade dos pensamentos).
As cobras, que brigavam violentamente, aturdidas pelo poder do golpe no solo, sentem-se compelidas a subir de imediato no bastão, agora em perfeita harmonia.
Assim, Hermes (Mercúrio), deus da comunicação, fez imperar o cosmo onde havia caos; Assim, ele extinguiu a entropia.
A ideia aqui, caro leitor, é que Hermes com seu bastão (cajado, caduceu, você escolhe o nome) foi capaz de transformar uma relação de animosidade terrena em uma elevada relação de harmonia.


Dentro desse viés filosófico, claro, há muitas discussões.

Contudo, é de se ressaltar que as relações horizontais – como, por exemplo, as das cobras que rastejam pelo chão – são as relações que nos deixam mais próximos dos nosso vícios e impulsos animalescos; Somos mais voltados aos simples instintos de sobrevivência e reprodução quando estamos vivendo puramente de relações horizontais.
Quando, porém, passamos a buscar relações verticais – que nos fazem olhar para cima, subir, erguer os olhos e esquecer o que há de pequeno e mesquinho – temos a chance de alcançar o equilíbrio, em vez de afundar no caos constante que nos cerca.
A entropia (caos) é condição natural e progressiva, mas não precisa ser obrigatória quando existe a necessidade de evoluir.
Todos estamos aqui para sermos melhores: financeiramente, fisicamente, mentalmente…
Você que está lendo isso, talvez esteja buscando alguma evolução intelectual.
Agora, ao menos, você já sabe de onde vem o Caduceu de Hermes, e porque ele tem a ver com cada pessoa que busca ascensão.


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