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  • O que você quer de mim quando lê o que eu escrevo?

    O que você quer de mim quando lê o que eu escrevo?

      O que você seria capaz de fazer para sustentar sua família? Quão longe iria para recuperar sua autoestima? O que você seria capaz de fazer para recuperar um amor perdido? Que penitência pagaria por seus pecados? Se somos socialmente moldados por trocas e os interesses já são e estão enraizados em nossos hábitos como

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  • CEP

    CEP

    Escrever é a maneira que achei de conversar comigo mesmo. E de tentar me entender. Uma espécie de terapia mais em conta e menos invasiva. Já a poesia é um risco. O risco de nunca me achar. E de achar que sei quem sou.   Comente!!!  

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  • Tapa na cara

    Tapa na cara

    Aquela primeira tinha pelos de cachorro espalhados pela roupa. E uma latente falta de humor. Além de asas que não conseguia abrir, Pois estavam abandonadas no fundo do armário. Já aquela outra não tinha aquele aroma de futuro que tanto procuro. Por viver entre urubus até que durou bastante, Nem o futum de carniça eu

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  • Sufocando minha raiva terminal

    Sufocando minha raiva terminal

      Ela já tinha avisado e só eu não percebi. Pouco a percebi. E hoje fico assustado com a quantidade de avisos. Discretos, como ela própria era. Mas eram avisos. Nítidos e notórios. Ela, talvez só precisasse que eu estivesse ali. E eu não estava. Pouco estive.   Sequer percebi que não apareceria na foto.

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  • Sinto saudade sinto

    Sinto saudade sinto

    Do cafuné. Sinto falta das sessões de filmes na TV aos domingos de tarde. Com pipoca, lógico. Falo daquele cafuné que nem se sente quando acaba porque você cochilou antes. Sinto falta de avaliar uma lingerie recém comprada para alguma ocasião especial e de tira-la mentalmente seguidas vezes. Do cheiro de sexo que se entranhava

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  • Infelizes pelo resto do tempo

    Infelizes pelo resto do tempo

    Há muito tempo que não se lembrava dela. Nem mesmo uma mórbida curiosidade tinha. Esquecido? Talvez. Até aquele momento. Memórias quase extintas apareceram por alguns momentos do nada. Realmente do nada e sem um motivo qualquer ou mesmo uma dica.   Típico de dias monótonos e corriqueiros. Dias irrelevantes levam a pensamentos desnecessários e num

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