Category: Devaneios e Delírios poéticos

Devaneios e Delírios poéticos

Aprendi tanto em tão pouco tempo

Tempo de leitura: 2 minutos
Nunca havia empacado tanto para começar, ordenar e tomar coragem suficiente para completar um texto.
Pois bem agora foi.

 

Aprendi a rir de tristeza e a chorar de felicidade.

Aprendi a ter orgulho de mim e não a ser orgulhoso.

 

Aprendi a esperar por mais que ainda deteste este exercício de perseverança.

Aprendi mais a ouvir do que falar e consegui ajudar apenas sendo bom receptor.

 

Aprendi a sorrir.

Aprendi a viver em um quarto e abarrotado de caixas e sacolas.

 

Aprendi que fé não deve ser procurada apenas nos momentos de dor.

Aprendi a rir de mim mesmo e a agradecer de forma incondicional tudo que recebi.

 

Aprendi que conviver comigo mesmo é tão prazeroso quanto sair sozinho sem rumo ou horário.

Aprendi que não sou o responsável por ninguém mais a não ser eu mesmo.

 

Aprendi a mostrar o que sinto ao invés de me esconder atrás de uma muralha.

Aprendi a receber e a aceitar ajuda de quem menos se espera.

 

Aprendi que não preciso sentir vergonha o tempo todo, nem por mim nem por ninguém.

Aprendi que perder tempo reclamando não me fará resolver meus problemas.

 

Aprendi que meus problemas muitas vezes não passam de “problemas”.

Aprendi que em determinados momentos não lhes dar importância é a resposta.

 

Aprendi a enxergar a origem de tudo que sou hoje e seus porquês.

Aprendi que o silêncio muitas vezes fala tudo que eu quero dizer.

 

Aprendi que tudo que acontece tem uma razão.

Aprendi que  no final tudo vai dar certo como nos filmes água com açúcar da Sessão da tarde.

 

Aprendi que tudo volta ao seu recomeço.

Aprendi que nada dura para sempre e que curiosamente vivemos nos repetindo.

 

Aprendi que o amanhã depende principalmente do hoje.

Aprendi tanto em tão pouco tempo e tenho ainda TANTO  a aprender.

 

Sempre.

 

Foto por: Dreamstime.


E você o que aprendeu que mereça ser dito?

 

Joia em estado bruto
14out
Devaneios e Delírios poéticos

Joia em estado bruto

Joia em estado bruto é como trato todo texto ou mesmo ideia primitiva que eu consiga passar do raciocínio para o papel.   Procuro por palavras rasas em letras de forma que possivelmente...

Coluna do meio
03out
Devaneios e Delírios poéticos

Coluna do meio

Falo de dúvidas, de momentos de inconsistências, de situações que não me entendo, da minha inaptidão em dar respostas e de eternamente me sentir na coluna do meio...

Aqui jazem
29set
Devaneios e Delírios poéticos

Aqui jazem

Em Aqui jazem tento colocar todas as minhas contradições em um mesmo saco. Todas minhas inquietudes também, Para, em poesia, mostrar os paradoxos que aqui jazem.  ...