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  • Você é realmente livre?

    Você é realmente livre?

    Você é realmente livre? Mesmo pendurado no seu celular? Consegue se ver livre de todas as regras impostas? Mesmo de 08 às 17 horas? E do relógio você se sente livre? Mesmo correndo contra ele? Tem certeza disso? E das roupas que dizem que você deve usar? Mesmo quando se parece com um outdoor humano?

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  • A minha velhice é um bálsamo

    A minha velhice é um bálsamo

    A minha velhice vai além de uma mera data no RG A minha velhice está estampada na barba que nunca cresceu o suficiente. No cavanhaque disforme e nos pelos avulsos que deixo na esperança que se encontrem. A minha velhice apareceu em mim bem antes de envelhecer. E hoje em sentido contrário a abandono sozinha

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  • Soslaio de vencedor

    Soslaio de vencedor

    Desapegar e deixar viver E abrir mão do encanto que desce ralo abaixo. Não ser um nobre vencedor de um Grande Prêmio Por não conseguir estourar a champanhe no pódio. Ser apenas você. Apenas isso. Ser importante para si mesmo. Cuidar de si como ninguém mais cuidaria. Sim, ser egoísta em alguns momentos. E daí?

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  • De cortinas fechadas

    De cortinas fechadas

      Hoje senti um arrepio na espinha e um aperto no peito sem razão. Daqueles que indicam urgentemente uma mudança e uma direção diferente da usual. Uma vontade incontrolável de parar o relógio E ao menos tentar evitar a chegada da nostalgia. Um desejo profundo e antiquado de viajar sem destino, sem passaporte E sem

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  • Um copo de veneno sem gelo, por favor

    Um copo de veneno sem gelo, por favor

    Gosto de passear pela poesia quando não quero me explicar e deixar a interpretação na conta do leitor. Ele que faça seu próprio sentido e tomem seu próprio veneno. Deleitando-se com um copo de seu melhor veneno Que derrama, escorre e mancha sua única blusa E sistematicamente espalha seu amor artificial pelo corpo. Espreita-se de

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  • Os deslimites da palavra por Manoel de Barros

    Os deslimites da palavra por Manoel de Barros

    Considerado um dos maiores poetas brasileiros, Manoel de Barros nasceu no Mato Grosso. Foi grande destaque na terceira fase do modernismo no Brasil, chamada “Geração de 45”. Em sua obra focou nos temas do cotidiano e da natureza.   Ando muito completo de vazios. Meu órgão de morrer me predomina. Estou sem eternidades. Não posso

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