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Muito do que escrevo aparece em minha mente como se fosse psicografado.

Porém sem assinatura, sem endereço ou mesmo sem destinatário.

Cuspo palavras que nem sempre fazem sentido de imediato.

Entretanto depois elas mesmas se acham como peças de um quebra-cabeça.

O engraçado é que quando montado, faço questão de embaralhar estas mesmas peças novamente.

E isso acontece o tempo todo.

Como em um eterno looping.

A todo o momento.

E não consigo parar.

E nem quero.

 


 

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Fabio Pires é o cara risonho da foto. Eu sou quem assina boa parte dos textos aqui publicados e quem escolhe os assinados por outros escritores. Sou carioca, tenho um livro publicado e vários outros na cabeça, sou baixista de rock, ranzinza, ácido, formado em Letras, graduado em filosofia de botequim, escrevo poesia, mas não me acho poeta e desde 1976 venho tentando fazer a coisa certa, mesmo sem saber muito bem diferenciar o certo do errado.

Fabio Pires é o cara risonho da foto. Eu sou quem assina boa parte dos textos aqui publicados e quem escolhe os assinados por outros escritores. Sou carioca, tenho um livro publicado e vários outros na cabeça, sou baixista de rock, ranzinza, ácido, formado em Letras, graduado em filosofia de botequim, escrevo poesia, mas não me acho poeta e desde 1976 venho tentando fazer a coisa certa, mesmo sem saber muito bem diferenciar o certo do errado.

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