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O palhaço – O filme

O palhaço – O filme

Não penso em transformar este espaço em um lugar de críticas de cinema, mesmo porque não me acho um dos mais indicados para isso, mas não conseguiria ficar sem dizer algumas palavras sobre “O palhaço”.   Filme que tem Selton Mello como diretor e ator principal, além de Paulo José atuando soberbamente ao seu lado.

Tempo de Leitura: 2 minutos

Não penso em transformar este espaço em um lugar de críticas de cinema, mesmo porque não me acho um dos mais indicados para isso, mas não conseguiria ficar sem dizer algumas palavras sobre “O palhaço”.

 

Filme que tem Selton Mello como diretor e ator principal, além de Paulo José atuando soberbamente ao seu lado.
Neste filme, que é de uma leveza única, incrivelmente sensível do começo ao fim em que se identifica facilmente um humor embutido, em pequenas quantidades para não desvirtuar do foco.
Embora perceba que não tenha apenas um foco na narrativa do filme.
São vários que convergem para um mesmo ponto.

Também é necessário citar a pontual trilha sonora que embala o filme de acordo com seu ritmo lento, porém uniforme. Nela temos “Tudo Passará” de Nelson Ned”, muitas vezes tocada no programa Silvio Santos, “O Palhaço” do Plínio Profeta e “Eu amo a sua mãe” de Lindomar Castilho.

 

As aparições-surpresa também são um capitulo à parte:

Ter Tonico Pereira, Moacyr Franco, Ferrugem, Jorge Loredo e Jackson Antunes, mostra não somente o respeito pelos atores “esquecidos” pelo grande público e pelas novelas como também dão vida a personagens pequenos que talvez fossem insignificantes nas mãos de outros atores.
Parece que cada personagem foi escrito para seu devido ator, tamanha identidade entre eles.

Isso sem comentar na fotografia lindíssima que ajuda a retratar o Brasil do interior nos anos 70/80.
Entendo que algumas pessoas não gostem deste filme afinal ele não é dos mais fáceis e falo assim por conta deste ser um filme lento e que foge e muito do estereótipo de blockbuster.
Porém ele toca no que mais me ocupa o raciocínio atualmente:

Quem nunca esteve insatisfeito com os rumos que deu a própria vida?
Quem teve coragem suficiente de dar um basta e seguir outro caminho?
Ou quem nunca se percebeu seguindo um caminho que nem mesmo sabe como pegou e nem mesmo a razão?
E ter a impressão de seguirmos um caminho natural de quase todos: De nascer, trabalhar para pagar contas e morrer?

“Pois o gato gosta de leite.
O rato de queijo.
E você do que gosta?”


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