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O sujeito no meio das pernas!

O sujeito no meio das pernas!

Tenho andado meio desanimado. Olho em volta e sem empolgação alguma ainda tento conjecturar. Sei perfeitamente que antever o futuro nunca foi meu forte. Ainda assim eu observo as muitas opções e as analiso friamente e como consequência me desanimo mais ainda. Até tento com boa vontade abolir algumas condições, apesar de postergar por mais

Tempo de Leitura: < 1 minuto

Tenho andado meio desanimado.

Olho em volta e sem empolgação alguma ainda tento conjecturar.
Sei perfeitamente que antever o futuro nunca foi meu forte.
Ainda assim eu observo as muitas opções e as analiso friamente e como consequência me desanimo mais ainda.
Até tento com boa vontade abolir algumas condições, apesar de postergar por mais um pouco.
Abro a portinhola da gaiola, mas deveria mesmo era tentar abrir a porta do galpão.
Não tenho coragem. Nem paciência.
Sempre tem algum porém. Sempre tem uma vírgula.
Nunca há um travessão.

O sujeito no meio das pernas já não manda mais em mim!

Aprendi a ouvir, mas e se o que chega aos meus ouvidos não me toca?
Procuro uma palavra que me defina, porém meu dicionário está em branco na letra c.
Vestido rodado, olheiras, unhas por fazer e cabelo desgrenhado já não me atraem mais.
O imprevisto e um sorriso aberto sim.
Determino um tipo hoje que já não existirá na minha cabeça amanhã.
Até finjo que vou. Mas não vou e logo desanimo de novo.

O sujeito no meio das pernas já não manda mais em mim!

Tento até me acostumar, mas preferi esquecer como conjugar este verbo.
Em qualquer tempo. E em qualquer estação.
Tá na hora de ir embora, afinal não posso pegar sereno.

 


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