Quanto vale o seu sorriso Por Alan Dias Castro
Fundindo a Cuca

Quanto vale o seu sorriso? Por Alan Dias Castro

Tempo de leitura: 2 minutos
Não saberia dizer quanto vale o meu sorriso.
Assim como a minha felicidade

 

Fazer o que ama não significa que você não vá ter que trabalhar mais, mas talvez que você vá reclamar menos.

Quando a gente não faz o que gosta no emprego parece que a gente é uma criança de castigo.

Já percebeu?

Aquela cara fechada olhando para a parede perguntando pro relógio:

Quantas horas a gente perdeu?

E acaba se perdendo desta criança que está aí dentro.

Porque aquele escritor que a vida parece que a vida passou uma borracha no sonho de lançar um livro, que está aí dentro.

Aquela bailarina que a vida trancou numa caixinha, está aí dentro.

E aquela menina também que roubava os óculos da mãe para dizer que iria ser advogada ou professora ou que tirava os óculos para jogar bola iria ser atleta ou astronauta, que fosse.

Qualquer possibilidade era real, porque só sonhava em ser feliz. E era.

Porque não venderia seu sorriso por salário.

Era feliz sem horário.

 

Sabe essa liberdade?

 Ainda está aí dentro.

E quando a gente ignora essa criança parece que gera aquela insatisfação no olhar, sabe?

E percebe nas fotos por mais que a gente molde com um sorriso nossos olhos refletem como nossa criança nos vê.

E aí, vai ser de castigo ou sorrindo?

Por que deixar os sonhos da criança para trás nem sempre significa que a gente evoluiu, às vezes quer dizer que desistiu.

Quando um adulto pergunta pra criança o que ela quer ser quando crescer ela quer saber o emprego antes dela ter nascido.

E se ela perguntar pro adulto o que ele queria ser quando criança ela está curiosa com o que ele gostaria de ter sido.

E lá na frente a gente vai ficar agradecido.

Por nem que seja de vez em quando fazer o que nossa criança quer que a gente faça.

Por que vai ter percebido que levar a vida a sério não significa perder a graça.

Quanto vale o seu sorriso?

 

Clique abaixo e tome seu tapa na cara.
Sonho de criança.
Por Allan Dias Castro.

 


E você desperdiça seu tempo como?

 

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Fabio Pires é o cara risonho da foto. Eu sou quem assina boa parte dos textos aqui publicados e quem escolhe os assinados por outros escritores. Sou carioca, tenho um livro publicado e vários outros na cabeça, sou baixista de rock, ranzinza, ácido, formado em Letras, graduado em filosofia de botequim, escrevo poesia, mas não me acho poeta e desde 1976 venho tentando fazer a coisa certa, mesmo sem saber muito bem diferenciar o certo do errado.

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