Sobre Fora do Picadeiro

fora do picadeiro

Fora do Picadeiro é um blog literário, mas não apenas

 

É também um blog que tem intenção de direcionar autor e leitores para reflexões e a questionamentos.
A raciocínios e devaneios.
Sem muitas regras. 
É a partir daí que te chamo para dialogar e pensar comigo.

 

Eu já tive outro blog chamado Crônicas do Reclamão que funcionou até 2014 e que me ajudou bastante em um momento difícil e me mostrou que poderia me expor através das letras.
Em seguida lancei meu primeiro livro, Pelos Velhos Vales que Vago, pela Chiado Editora em 2014, mas seguidamente sentia falta de escrever em blog.
E daí nasceu o Fora do Picadeiro
Apenas por conta da necessidade de compartilhar e receber ideias e de tentar nos compreender.
Mesmo que nunca chegue a conclusão alguma, mas posso pelo menos tentar. 
E tentando, continuamente, identificar um olhar de fora deste grande circo em que vivemos, mesmo sabendo que nunca conseguirei sair destas várias camadas que nos encontramos.
A não ser em minha imaginação.
E aí que reside a graça da coisa.
Talvez pudesse defini-lo melhor dizendo que se trata de um espaço que tratamos de filosofia, psicologia, cotidiano, artes e cultura.
Sem muitas regras, claro.

 

Sobre Fora do Picadeiro

Esse cara risonho aí de cima sou eu.
Nem sempre estou sorrindo, mas sempre pensando e dizem que penso até demais.
Sou eu quem assina boa parte dos textos aqui publicados e quem escolhe os assinados por outros escritores.
Escrevo poesia, mas não me acho poeta.
Me chamo Fábio Pires, nasci na cidade do Rio de Janeiro e desde 1976 venho tentando fazer a coisa certa, mesmo sem saber muito bem diferenciar o certo do errado.
Sou músico apaixonado por rock e suas vertentes, assim como formado em Letras e admirador direto de Pessoa, Machado e Saramago.
Me julgo muito observador, graduado em filosofia de botequim, de língua afiada que procura ferrenhamente por respostas, razões e motivos para seguirmos fazendo o que fazemos tanto como sociedade quanto como indivíduos.
E cada vez mais que procuro, acho mais perguntas e dúvidas que propriamente respostas.
É aí que reside a graça.