Tilintar das moedas

Tilintar das moedas

 

Se o que escrevo atinge o pensamento de alguém já tenho como atingido meu objetivo

 

Afinal, mesmo sem querer, percebo que não sou o único a sentir o sangue correndo pelas veias.
Ou mesmo a ter pensamentos contraditórios e desvirtuados e pensar por demais.
Somos tantos os que se expressam nas letras, uns com qualidade e outros nem tanto, que neste caso não me atreveria a me taxar como escritor.
Parafraseando Luís Fernando Veríssimo, me vejo como um gigolô das palavras.
As utilizo, sugo suas possibilidades, me aposso de seus sentidos e sentimentos, mas não tenho a menor intimidade gramatical que todos os grandes têm ou fingem ter.
Sim, porque o poeta/escritor não finge somente a dor.
Ele finge muito mais que isso.

 


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